terça-feira, 1 de março de 2011

Quis mera

O que aconteceu àquela felicidade?
Houve felicidade?

Houve a sombra.
Mero sonho, pensamento, utopia.

Era a felicidade palpável, não sentida, não sabida.
Mas podia sentir. Quase saber, porem, não tocar.
Confuso.

Houve felicidade?
Palavra cretina. Ilude, logra. Engana.

E resta a frustração. Seguida da malevolência, aversão à mínima ideia de uma coisa que não existe.
E se não existe, se é fato consumado, por que ainda me fica a vontade de tê-la, de conhecê-la?

O quanto quis e o quanto quero. Mero sonho.

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